Piscologia Libertadora

A psicologia da libertação é uma abordagem da psicologia que surgiu na América Latina, com foco na ação e transformação social, em especial das comunidades oprimidas e empobrecidas. Busca entender a psicologia dentro de um contexto social e político opressivo, promovendo a conscientização e a ação para a mudança. 
Principais características:
Enfoque na ação: Visa a transformação social e a libertação das pessoas oprimidas.
Contexto social: Considera a influência das estruturas sociais e políticas na psicologia individual e coletiva.
Crítica ao status quo: Questiona a ordem social existente e suas consequências na vida das pessoas.
Engajamento com as comunidades: Busca a colaboração com as comunidades oprimidas na construção de uma nova realidade.
Defesa dos direitos humanos: Assume a defesa dos direitos humanos e da dignidade das pessoas. 
Principais autores e conceitos:
Ignacio Martín-Baró: Considerado um dos principais precursores da psicologia da libertação. 
Conscientização: Processo de tomada de consciência da realidade e das possibilidades de mudança. 
Libertação: Busca da emancipação e da autonomia das pessoas oprimidas. 
Transformação social: Ação para mudar as estruturas sociais e políticas que perpetuam a opressão. 
Importância e aplicações:
Atuação com comunidades oprimidas: Promove a inclusão social e a defesa dos direitos.
Educação: Contribui para a formação de cidadãos conscientes e engajados.
Pesquisa: Investiga a relação entre psicologia, sociedade e política.
Prática clínica: Acompanha o desenvolvimento de pessoas em contextos de opressão.
Promoção de mudanças sociais: Busca a transformação de estruturas sociais e políticas

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