O que é Piscologia Social e Filosofia Humana
Sílvia Lane e Vigotski e, a partir deles, desenvolveu o estudo das categorias do psiquismo: atividade, consciência e identidade.
A Psicologia Social, a subjetividade-objetividade e objetividade em processo do diálogo, área da Psicologia que estuda o comportamento de indivíduos enquanto seres socialmente influenciados mostra como se forma nossa concepção de mundo, sua vinculação à linguagem que aprendemos e aos valores que assimilamos.
A manutenção e coesão de grupos são essenciais para o funcionamento coletivo e podem ser promovidas por meio de objetivos comuns, regras claras e apoio mútuo.
Porém, uma Psicologia Social crítica alerta para o risco da coesão alienante, quando o grupo reproduz opressões sem reflexão.
O papel do psicólogo social, nesse contexto, é ajudar o grupo a manter-se unido com consciência crítica, diálogo e transformação social.
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Perspectiva Crítica – Silvia Lane e Paulo Freire
Autores da Psicologia Social Crítica, como Silvia Lane, observam que a manutenção de certos grupos pode também representar a manutenção de desigualdades sociais. Ou seja, a coesão nem sempre é positiva — ela pode servir à reprodução de estruturas de dominação.
Paulo Freire, ao falar da educação dialógica, também nos lembra que grupos se mantêm vivos quando há participação crítica e transformação conjunta, e não apenas conformismo.
Qual é a função da Psicologia Social?
Realiza estudo, pesquisa e supervisão sobre temas pertinentes à relação do indivíduo com a sociedade, com o intuito de promover a problematização e a construção de proposições que qualifiquem o trabalho e a formação no campo da Psicologia Social (Resolução CFP Nº 05/2003, art. 3).
Função do Psicólogo Social
O psicólogo social atua na interface entre o sujeito e a sociedade, buscando compreender e intervir nas relações sociais que influenciam comportamentos, atitudes, identidades e modos de vida. Sua função vai além da análise individual, considerando os contextos históricos, culturais, econômicos e políticos que moldam a experiência humana.
Entre as principais funções do psicólogo social, destacam-se:
Analisar criticamente os fenômenos sociais
O psicólogo social investiga como as ideologias, normas sociais e relações de poder afetam os indivíduos e os grupos. Isso envolve temas como preconceito, exclusão, violência simbólica, discriminação, desigualdade e identidade social.
Promover a transformação social
Em consonância com a Psicologia Social Crítica, o psicólogo social busca contribuir para a emancipação dos sujeitos, fortalecendo o protagonismo individual e coletivo, especialmente em contextos de vulnerabilidade social.
Mediar conflitos e facilitar processos grupais
Atua em espaços como escolas, comunidades, organizações, serviços de saúde e instituições públicas, promovendo o diálogo, a escuta ativa e a coesão social. Utiliza técnicas de dinâmica de grupo, rodas de conversa, grupos operativos, entre outras práticas.
Acompanhar políticas públicas e atuar em rede
Participa da formulação, implementação e avaliação de políticas públicas nas áreas de saúde, educação, assistência social e direitos humanos. O psicólogo social atua muitas vezes em equipamentos como CRAS, CREAS, CAPS, escolas e conselhos participativos, integrando ações interdisciplinares.
Estimular a participação cidadã e o controle social
O psicólogo social contribui para a construção de uma cidadania ativa, incentivando a participação da população nas decisões que afetam sua vida. Atua como facilitador de processos participativos e promotor de direitos.
Paulo Freire – Educação Dialógica e Emancipatória
Paulo Freire (1921–1997) foi um educador, filósofo e militante político brasileiro reconhecido internacionalmente por sua contribuição à educação popular, voltada à transformação social. Seu pensamento ultrapassa os limites da pedagogia e dialoga profundamente com a Psicologia Social Crítica, por defender a construção coletiva do saber, a valorização da experiência vivida e a emancipação dos sujeitos oprimidos.
Principais Conceitos:
Educação como prática da liberdade
Para Freire, a educação deve promover a autonomia e a consciência crítica dos sujeitos. Não se trata de "transmitir" conhecimento, mas de construir o saber a partir da realidade vivida, em diálogo com o outro.
Diálogo
É o eixo central da prática freireana. O diálogo verdadeiro implica escuta, respeito, horizontalidade e a construção coletiva do conhecimento. Ele é antagônico à educação bancária (autoritária), em que o professor "deposita" conhecimento nos alunos.
Consciência crítica (conscientização)
A aprendizagem deve levar o sujeito a perceber as contradições do mundo social e a agir sobre ele para transformá-lo. A conscientização é um processo de leitura crítica da realidade, essencial para a emancipação dos oprimidos.
Educação popular e práxis
A práxis é a união entre reflexão e ação transformadora. O conhecimento, para Freire, deve estar sempre comprometido com a transformação da realidade e com a luta por justiça social.
Aplicações na Psicologia Social Crítica:
O pensamento de Paulo Freire é amplamente utilizado em práticas de:
Psicologia comunitária e saúde coletiva;
Educação popular em saúde (EPS);
Intervenções com grupos vulnerabilizados (comunidades, movimentos sociais, periferias);
Formação de educadores, cuidadores e agentes sociais;
Promoção de protagonismo e cidadania ativa.
Citação marcante:
“Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho: os homens se libertam em comunhão.”
— Paulo Freire, Pedagogia do Oprimido.
A Educação Popular é uma abordagem pedagógica voltada para a emancipação das classes populares, baseada no diálogo, na participação ativa e na valorização do saber da comunidade. Ela nasce da crítica à educação bancária (em que o professor deposita conhecimento no aluno) e propõe uma educação libertadora, transformadora e coletiva.
Paulo Freire inspira uma atuação psicossocial que valoriza o diálogo, a escuta ativa, a participação popular e o compromisso ético com a transformação da realidade. Sua obra é base para profissionais que não apenas observam o mundo, mas agem para mudá-lo com os outros.
A Influência do Piscologo e a relação com o Comportamento
O psicologo e moldado pelo Comportamento
A influência social é a capacidade de fazer com que outras pessoas tomem uma determinada decisão ou cumpram uma ação específica. Para isso, elas têm como base o comportamento, as indicações, os hábitos ou os costumes de outras pessoas (os influenciadores).
A Psicologia Social, enquanto campo interdisciplinar, busca compreender as relações entre o indivíduo e a sociedade, articulando dimensões subjetivas e coletivas da experiência humana. Ao longo do tempo, essa área desenvolveu diferentes abordagens teóricas que refletem distintas formas de interpretar os fenômenos sociais: a Psicologia Social de base Psicológica, a Psicologia Social Sociológica e a Psicologia Social Crítica. Cada vertente oferece contribuições singulares tanto para a compreensão da realidade social quanto para a elaboração de estratégias de intervenção.
A vertente psicológica concentra-se nos processos cognitivos e afetivos que moldam o comportamento individual em contextos sociais, destacando autores como Kurt Lewin, Henri Tajfel e Leon Festinger. Já a perspectiva sociológica volta-se para a influência das estruturas sociais, das normas e dos papéis, tendo como expoentes Émile Durkheim, Erving Goffman e Pierre Bourdieu. Por fim, a Psicologia Social Crítica propõe uma abordagem voltada para a transformação social e a emancipação dos sujeitos, com base em autores como Ignacio Martín-Baró, Maritza Montero e Paulo Freire.
Neste trabalho, parte-se do pressuposto de que a coesão social e a manutenção de práticas coletivas transformadoras exigem um olhar multidimensional, que considere tanto os aspectos individuais quanto os coletivos e estruturais da vida social. Assim, propõe-se um plano de intervenção fundamentado nas contribuições dessas três vertentes da Psicologia Social, com o objetivo de promover ações sustentáveis, participativas e capazes de fortalecer os laços comunitários, a identidade grupal e o protagonismo dos sujeitos envolvidos.
O Grupo Cooperativo
O grupo como objeto de estudos ganhou densidade na psicologia social durante a segunda guerra mundial, com Kurt Lewin (1890-1947), considerado por muitos autores como fundador da psicologia social.
Kurt Lewin foi o pai da psicologia social, e ele desenvolveu a equação de que o comportamento é uma função do caráter de uma pessoa mais seu ambiente .
Os processos grupais são fundamentais para compreender como os sujeitos se organizam, interagem e constroem significados coletivos. A coesão de um grupo não é apenas um produto espontâneo das interações sociais, mas o resultado de mecanismos complexos que envolvem identificação, pertencimento, normas compartilhadas e objetivos comuns. A manutenção da coesão exige, portanto, estratégias conscientes que favoreçam o diálogo, a escuta, o reconhecimento das diferenças e a construção de vínculos afetivos e simbólicos entre os participantes.
Do ponto de vista da Psicologia Social Psicológica, autores como Henri Tajfel e Kurt Lewin oferecem elementos centrais para compreender esses processos. Tajfel, com a Teoria da Identidade Social, mostra como a identificação com um grupo fortalece o sentimento de pertencimento e promove comportamentos de cooperação. Já Lewin, ao propor a dinâmica de grupo e a pesquisa-ação, destaca que os grupos podem ser mobilizados e transformados por meio da participação ativa e da experiência compartilhada, criando condições para a manutenção de objetivos comuns.
Na perspectiva da Psicologia Social Sociológica, a coesão grupal é vista como resultado da internalização de normas e da construção de papéis sociais. Émile Durkheim destaca o papel dos rituais coletivos e da solidariedade na manutenção da ordem social, enquanto Erving Goffman contribui ao mostrar como os sujeitos constroem suas identidades em interação com os outros, por meio da "representação de papéis". A coesão, nesse sentido, está relacionada à previsibilidade das interações e ao reconhecimento mútuo dos lugares ocupados dentro do grupo.
Já na Psicologia Social Crítica, a coesão grupal não é apenas um fim em si, mas um instrumento para a transformação social. Ignacio Martín-Baró propõe que os grupos populares devem ser fortalecidos por meio de práticas de conscientização e empoderamento, nas quais os sujeitos não apenas compartilham experiências, mas também se tornam agentes da própria história. A manutenção dos grupos passa, portanto, pela capacidade de construir práticas coletivas autônomas, participativas e emancipatórias, como defende também Maritza Montero, com sua proposta de psicologia comunitária crítica.
Assim, a coesão e a manutenção dos grupos não se limitam à harmonia ou à ausência de conflito, mas envolvem a construção contínua de vínculos, a negociação de sentidos e a criação de espaços de escuta e reconhecimento mútuo. As intervenções sociais que pretendem fortalecer esses processos devem considerar a complexidade das relações grupais e adotar abordagens que integrem aspectos subjetivos, estruturais e políticos da vida em grupo.
Aroldo Rodrigues — Psicologia Social no Brasil
Aroldo Rodrigues é um dos principais nomes da Psicologia Social no Brasil, com forte influência da vertente psicológica/experimental da área. Seu trabalho teve grande importância na sistematização da Psicologia Social como disciplina científica e aplicada no país, especialmente a partir da década de 1970.
Contribuições:
Trouxe para o Brasil os fundamentos teóricos e metodológicos da Psicologia Social norte-americana, com destaque para as pesquisas sobre atitudes, persuasão, conformidade, obediência e influência social.
Sua abordagem é mais individualista e comportamental, focada nos efeitos do ambiente social sobre o comportamento do indivíduo.
Escreveu, com outros autores, obras como:
"Psicologia Social" (com Albino P. Ribeiro e Julius A. Rasskin) – referência clássica no ensino da disciplina.
"Introdução à Psicologia Social" – muito adotada em cursos de graduação.
Aplicações:
A perspectiva de Aroldo Rodrigues é útil para pensar intervenções que envolvam mudança de atitudes, comportamento em grupo, pressão social, formação de preconceitos e processos de liderança.
Exemplo prático:
Em um plano de intervenção, as ideias de Rodrigues ajudam a estruturar ações como:
Campanhas de conscientização (mudança de atitudes e comportamentos).
Treinamentos de habilidades sociais.
Estudos de conformidade e resistência em ambientes institucionais (como escolas, empresas, comunidades terapêuticas).
Sônia Fleury – Uma abordagem crítica da política e da saúde
Sônia Fleury Teixeira é uma cientista política e pesquisadora da Fundação Getúlio Vargas (FGV), com vasta atuação no campo da saúde pública, políticas sociais, cidadania e democracia participativa. Sua obra dialoga profundamente com os princípios da Psicologia Social Crítica, ao enfatizar a dimensão estrutural e ideológica das desigualdades sociais e a necessidade de práticas emancipatórias.
Principais ideias:
Crítica ao modelo assistencialista das políticas públicas, que mantêm os sujeitos em posição de dependência.
Defesa da participação cidadã ativa, com base em processos democráticos e dialógicos.
Contribuições para pensar o cuidado como direito social, e não como caridade.
Análise das relações entre Estado, sociedade civil e movimentos sociais, propondo a construção de sujeitos coletivos e críticos.
Obras de destaque:
"Democracia, cidadania e políticas sociais no Brasil"
"Três ensaios sobre a participação social"
"Sociedade do medo: insegurança, desigualdade e segregação"
Aplicações em Psicologia Social Crítica:
Embora Sônia Fleury não esteja ligada à Psicologia Social de forma tradicional, suas reflexões influenciam diretamente práticas da Psicologia Comunitária e da Psicologia Social Crítica, sobretudo:
Em intervenções em territórios vulneráveis;
Na atuação em redes de saúde e assistência social (como CAPS, CRAS, SUS);
Na construção de estratégias que promovam empoderamento, autonomia e coesão social;
Em projetos que buscam fortalecer o controle social e o protagonismo popular.
Para citar em trabalhos:
"A cidadania não se resume ao acesso a direitos formais, mas exige condições concretas para o exercício da autonomia e da participação política dos sujeitos."
— Sônia Fleury
Dante Moreira Leite foi profundamente influenciado por Kurt Lewin, especialmente pela noção de que o comportamento é função da interação entre pessoa e ambiente. Inspirado pelo conceito de campo psicológico, Dante aplicou essa perspectiva ao contexto brasileiro, defendendo que a realidade social só pode ser transformada por meio da ação planejada e da compreensão crítica das forças culturais e históricas que moldam o sujeito. Sua psicologia, portanto, articula teoria e prática, análise e intervenção.
Dante Moreira Leite: um pioneiro da psicologia social no Brasil.
O grupo como objeto de estudos ganhou densidade na psicologia social durante a segunda guerra mundial, com Kurt Lewin (1890-1947), considerado por muitos autores como fundador da psicologia social.
Dante Moreira Leite – Psicologia Social e Crítica da Realidade Brasileira
Dante Moreira Leite (1927–1976) foi um dos grandes nomes da Psicologia Social brasileira, reconhecido por suas análises críticas sobre a sociedade, a educação e a construção da identidade nacional. Ele foi um dos primeiros intelectuais a integrar a Psicologia com uma compreensão sociológica e cultural da realidade brasileira, antecipando o que mais tarde seria consolidado como Psicologia Social Crítica.
Principais ideias:
1. Crítica ao modelo eurocêntrico da Psicologia
Dante questionava o uso acrítico de teorias importadas da Europa e dos EUA. Defendia uma psicologia enraizada na realidade brasileira, que considerasse as questões culturais, históricas e sociais do país.
2. Identidade e formação do povo brasileiro
Estudou como a colonização, a escravidão e a desigualdade afetaram a construção da identidade nacional e os comportamentos sociais. Investigou a relação entre autoritarismo, educação e subjetividade.
3. Educação como campo de transformação
Dante Moreira Leite via a escola como espaço decisivo para a formação da consciência crítica. Para ele, a educação brasileira precisava superar a reprodução da obediência cega e formar sujeitos reflexivos e autônomos.
4. Influência de Kurt Lewin
Dante incorporou a visão de campo psicológico de Lewin e o conceito de que o comportamento é função da interação entre pessoa e ambiente.
Acreditava na transformação das condições sociais através da ação planejada, algo central também nas ideias de Lewin.
Obras principais:
O Caráter Nacional Brasileiro
Psicologia e Ideologia
A Educação como Cultura
Referências
Sócrates
Como Sócrates não deixou escritos, suas ideias são conhecidas por meio de seus discípulos, especialmente Platão:
PLATÃO. Apologia de Sócrates. Tradução de Carlos Alberto Nunes. Belém: EDUFPA, 2003.
Agostinho de Hipona
AGOSTINHO. Confissões. Tradução de J. Oliveira Santos e A. Ambrósio de Pina. São Paulo: Paulus, 1999.
AGOSTINHO. A Cidade de Deus. Tradução de J. Dias Pereira. Petrópolis: Vozes, 2011.
René Descartes
DESCARTES, René. Discurso do Método. Tradução de J. Guinsburg. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
DESCARTES, René. Meditações Metafísicas. São Paulo: Abril Cultural, 1983.
Immanuel Kant
KANT, Immanuel. Fundamentação da Metafísica dos Costumes. Tradução de Paulo Quintela. Lisboa: Edições 70, 2003.
KANT, Immanuel. Crítica da Razão Prática. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
Friedrich Nietzsche
NIETZSCHE, Friedrich. Assim falou Zaratustra. Tradução de Mário da Silva. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.
NIETZSCHE, Friedrich. Genealogia da Moral. São Paulo: Companhia das Letras, 2020.
Jean-Paul Sartre
SARTRE, Jean-Paul. O existencialismo é um humanismo. Tradução de Paulo Perdigão. Petrópolis: Vozes, 1997.
SARTRE, Jean-Paul. O Ser e o Nada. São Paulo: Vozes, 2010.
SARTRE, Jean-Paul. O existencialismo é um humanismo. Tradução de Paulo Perdigão. Petrópolis: Vozes, 1997.
Texto acessível, ótimo para introdução ao pensamento existencialista.
SARTRE, Jean-Paul. O Ser e o Nada. São Paulo: Vozes, 2010.
Obra densa, mas fundamental para compreender sua ontologia e psicologia existencial.
SARTRE, Jean-Paul. Entre Quatro Paredes (Huis Clos). Peça de teatro onde a célebre frase aparece: “O inferno são os outros.”
YALOM, Irvin D. Existential Psychotherapy. New York: Basic Books, 1980.
Um dos maiores psicoterapeutas existencialistas, inspirado diretamente por Sartre e outros pensadores como Nietzsche e Kierkegaard.
Paulo Freire
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2021.
FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2021.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Esperança: Um reencontro com a Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2020.
CORTELLA, Mario Sergio. A escola e o conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos. São Paulo: Cortez, 2003.
Reflexões sobre o papel social da escola e o valor do conhecimento na construção da cidadania.
CORTELLA, Mario Sergio. Qual é a tua obra? Inquietações propositivas sobre gestão, liderança e ética. Petrópolis: Vozes, 2007.
Aborda temas como propósito, ética e liderança em todos os campos da vida, inclusive na educação.
CORTELLA, Mario Sergio. Não nascemos prontos! São Paulo: Vozes, 2006.
Livro voltado para a reflexão sobre o processo contínuo de formação humana.
CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2000.
Obra introdutória em que Chaui discute temas como ideologia, liberdade, cultura e política.
CHAUÍ, Marilena. O que é ideologia. São Paulo: Brasiliense, 2000. (Coleção Primeiros Passos)
Uma das obras mais citadas sobre ideologia no Brasil. Excelente para entender como a ideologia atua no cotidiano.
CHAUÍ, Marilena. Cultura e democracia: o discurso competente e outras falas. São Paulo: Cortez, 1995.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é educação popular. São Paulo: Brasiliense, 1981.
Complementa Freire com exemplos práticos e comunitários, usando linguagem acessível.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2021.
Livro central para compreender a teoria crítica da educação e a proposta da libertação por meio da palavra.
GADOTTI, Moacir. Educação popular: utopia latino-americana. São Paulo: Cortez, 2009.
Aborda os impactos e desdobramentos contemporâneos da educação popular na América Latina.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 60. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2021.
FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. 25. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002.
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